
Será que o beta gama? Um amigo meu tem um peixe beta. Sabe qual é? Aquele que precisa ficar sozinho num aquário minúsculo, o do tipo briguento que se estiver na companhia de seu semelhante atraca-se com ele e acaba por matar ou morrer.
Pois bem, o fato é que o beta de meu camarada sofreu um acidente que, embora pareça inverossímil, realmente aconteceu. Narrarei minha versão do fato a seguir.
Terça-feira, três da tarde. Casa vazia, o peixe nadando em seu cômodo apertado, sentindo-se solitário e completamente entediado. As paredes de vidro não deixam o pobre bicho ligar a TV ou o rádio, a tampa que serve de céu para o ambiente torna o suicício um ato impossível.
Refletiu consigo mesmo: “queria ter um ser ao meu lado agora. Conheço minha fama de durão, por certo poucos se atreveriam a entrar aqui com medo da luta. Mas neste momento, deixaria de lado minha natureza violenta e compartilharia as próximas horas com alguém tranqüilamente, isso sim anda faltando em minha vida.”
Eis que passava por ali uma abelha operária longe da colméia. Voava pelo apartamento perdida, procurando inutilmente pólem por entre armários, mesas e cadeiras. Ao avistar aquele pequeno recipiente onde habitava uma criatura até então desconhecida para ela, resolveu aproximar-se. Foi quando o inseto encantou-se com as cores daquele beta. Nunca em sua curta vida havia experimentado algo tão inebriante, a abelha ficara hipnotizada. E puxou conversa:
- Olá, você vem sempre aqui?
- Eu moro aqui há dois anos. E até hoje ninguém havia conversado comigo, me dado atenção, olhado desse jeito para mim. O que você faz?
- Trabalho num lugar chamado colméia. Saio pelo mundo colhendo uma substância e, com ela, produzo um líquido cremoso e doce, delicioso.
Nossa, pensou o peixe. Eu que só degusto aquelas migalhas que jogam para mim bem que gostaria de outro alimento. E deixando de lado a timidez perguntou:
- Você me daria um pouco desse líquido?
- Claro, com o maior prazer. Vou passar pela frestinha da sua casa e entregar para você já.
Então voou até o aquário com dificuldade, entrou e, quando tocou a água começou a se afogar. Gritou:- Socorro, socorro!
Prontamente o Beta foi tentar salvar o animalzinho e, neste momento, levou uma picada no olho.
Pois bem, o fato é que o beta de meu camarada sofreu um acidente que, embora pareça inverossímil, realmente aconteceu. Narrarei minha versão do fato a seguir.
Terça-feira, três da tarde. Casa vazia, o peixe nadando em seu cômodo apertado, sentindo-se solitário e completamente entediado. As paredes de vidro não deixam o pobre bicho ligar a TV ou o rádio, a tampa que serve de céu para o ambiente torna o suicício um ato impossível.
Refletiu consigo mesmo: “queria ter um ser ao meu lado agora. Conheço minha fama de durão, por certo poucos se atreveriam a entrar aqui com medo da luta. Mas neste momento, deixaria de lado minha natureza violenta e compartilharia as próximas horas com alguém tranqüilamente, isso sim anda faltando em minha vida.”
Eis que passava por ali uma abelha operária longe da colméia. Voava pelo apartamento perdida, procurando inutilmente pólem por entre armários, mesas e cadeiras. Ao avistar aquele pequeno recipiente onde habitava uma criatura até então desconhecida para ela, resolveu aproximar-se. Foi quando o inseto encantou-se com as cores daquele beta. Nunca em sua curta vida havia experimentado algo tão inebriante, a abelha ficara hipnotizada. E puxou conversa:
- Olá, você vem sempre aqui?
- Eu moro aqui há dois anos. E até hoje ninguém havia conversado comigo, me dado atenção, olhado desse jeito para mim. O que você faz?
- Trabalho num lugar chamado colméia. Saio pelo mundo colhendo uma substância e, com ela, produzo um líquido cremoso e doce, delicioso.
Nossa, pensou o peixe. Eu que só degusto aquelas migalhas que jogam para mim bem que gostaria de outro alimento. E deixando de lado a timidez perguntou:
- Você me daria um pouco desse líquido?
- Claro, com o maior prazer. Vou passar pela frestinha da sua casa e entregar para você já.
Então voou até o aquário com dificuldade, entrou e, quando tocou a água começou a se afogar. Gritou:- Socorro, socorro!
Prontamente o Beta foi tentar salvar o animalzinho e, neste momento, levou uma picada no olho.
Moral da história: quem muito promete mel acaba por nos ferroar.
PS:Meubaúzinhoblog.


